COMBATE BURNOUT

Método integrativo de prevenção e combate a Síndrome de Burnout
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Conceituação de Síndrome de Burnout (estresse crônico)

Dentre os aspectos que mais acometem a saúde do trabalhador está o estresse oriundo de sua dinâmica laboral. Metas elevadas, falta de recursos materiais, apoio técnico inadequado, além de pressões advindas das relações com clientes e equipe de trabalho podem, variável e circunstancialmente, intensificar as condições de estresse no exercício da profissão, comprometendo a sua saúde e, consequentemente, a qualidade de vida no trabalho e com consequências na produtividade.

Mas, o que vem a ser síndrome de burnout?

A síndrome de burnout se caracteriza pelo estresse crônico vivenciado por profissionais que lidam de forma intensa e constante com as dificuldades e problemas alheios, nas diversas situações de atendimento interno (colegas de trabalho) e externo (clientes).

A síndrome se efetiva e se estabelece no estágio mais avançado do estresse, sendo notada primeiramente pelos colegas de trabalho, depois pelas pessoas atendidas pelo profissional e, em seu estágio mais avançado, pela própria pessoa quando então decide buscar ajuda profissional especializada. Inicia-se com o desânimo e a desmotivação com o trabalho e pode culminar em doenças psicossomáticas, levando o profissional a faltas frequentes,  afastamento temporário das funções e até à aposentadoria, por invalidez.

Origem do termo burnout

O termo é de origem inglesa, composta por duas palavras: Burn que significa “queimar” e Out que quer dizer “fora”, “exterior”. Em tradução literal significa “queimar para fora” ou “consumir-se de dentro para fora”, podendo ser melhor compreendido como “combustão completa” que se inicia com os aspectos psicológicos e culmina em problemas físicos, comprometendo todo o desempenho da pessoa.

O termo foi utilizado como força de gíria em 1940 por militares e engenheiros mecânicos para designar uma pane geral em turbina de jatos e outros motores.

Posteriormente, a gíria burnout foi utilizada por profissionais da área de Saúde para designar o estado extremamente debilitado e comprometido dos usuários de drogas.

A associação do termo burnout ao estado de estafa por estresse crônico só aconteceu em 1974 quando o psiquiatra Herbert Freudenberg publicou um artigo no Journal of Social Issues, uma espécie de mídia impressa direcionada aos “temas sociais”. O artigo do dr Freudenberg foi inspirado em suas observações aos acadêmicos do último ano de medicina e, em especial, aos médicos residentes que ele supervisionava e batizou o fenômeno de esgotamento físico com exaustão emocional de staff burnout.

A doença é estudada como mais um dos diversos problemas relacionados ao trabalho, a exemplo do estresse, do esgotamento, a falta de repouso e lazer; e adversidades no modo de vida, estando classificada no Código Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Z73.

Principais sinais e sintomas da burnout

Os sinais e sintomas nos estágios iniciais da burnout são praticamente os mesmos do estresse e da depressão, mas ainda não está caracterizada a síndrome, pois esta só se efetiva nos estágios mais avançado da doença, apresentando características próprias que a diferencia de outras psicalgias, tais como o estresse e a depressão. A divisão dos sinais e sintomas em quatro estágios facilita o entendimento da evolução da doença. 

Sintomas somáticos (físicos):

  • Exaustão (esgotamento físico temporário);
  • fadiga (capacidade física ou mental decrescente);
  • dores de cabeça;
  • dores generalizadas;
  • transtornos no aparelho digestório;
  • alteração do sono;
  • disfunções sexuais.

Sintomas psicológicos:

  • Quadro depressivo;
  • Iirritabilidade;
  • ansiedade;
  • inflexibilidade;
  • perda de interesse;
  • descrédito (sistema e pessoas).

Sintomas comportamentais:

  • Evita os alunos;
  • evita fazer contato visual;
  • faz uso de adjetivos depreciativos;
  • dá explicações breves e superficiais aos alunos;
  • transfere responsabilidades;
  • faz contratransferência, ou seja, reaje às provocações em papéis distintos do papel de educador;
  • resiste à mudanças.

Consequências mais comuns:

  • Apatia ou cinismo nos diálogos;
  • dificuldade em desempenhar papéis;
  • diminuição dos contatos sociais;
  • desvalorização do lazer;
  • negligência nos cuidados pessoais;
  • auto-medicação (agrava o quadro);
  • resistência em buscar ajuda.

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